Religião

Religião

O vocábulo português “religião” é oriundo do latim religare, que significa “religar”, “atar”. Assim sendo, independente desta discussão filosófica e do posicionamento que o leitor defende, é válido considerarmos alguns conceitos do que seria uma religião.

Definições e classificações da religião

O vocábulo português “religião” é oriundo do latim religare, que significa “religar”, “atar”. Assim sendo, independente desta discussão filosófica e do posicionamento que o leitor defende, é válido considerarmos alguns conceitos do que seria uma religião. A saber:

  • Religião é um sistema qualquer de idéias, de fé e de culto, como é o caso da fé cristã.

  • Religião é um conjunto de crenças e práticas organizadas, formando algum sistema privado ou coletivo, mediante o qual uma pessoa ou um grupo de pessoas é influenciado.

  • Religião é um corpo autorizado de comungantes que se reúnem periodicamente para prestar culto a um deus, aceitando um conjunto de doutrinas que oferece algum meio de relacionar o indivíduo àquilo que é considerado ser a natureza última da realidade.

  • Religião é qualquer coisa que ocupa o tempo e as devoções de alguém. Há, nessa definição, um quê de verdade, já que aquilo que ocupa o tempo de uma pessoa é geralmente algo a que ela se devota, mesmo que não envolva diretamente a afirmação da existência de algum ser supremo ou seres superiores. E a devoção encontra-se na raiz de toda religião.

  • Religião é o reconhecimento da existência de algum poder superior, invisível; é uma atitude de reverente dependência a esse poder na conduta da vida; e manifesta-se por meio de atos especiais, como ritos, orações, atos de misericórdia, etc.


Religião (virtude)

1. O que é

É a mais nobre das virtudes morais, radicada na virtude cardeal da justiça, levando a prestar o devido culto a Deus Criador e Senhor de quanto existe. A nobreza desta virtude levou alguns teólogos a colocá-la entre as virtudes cardeais e as teologais.

2. Actos desta virtude

São actos internos: a devoção (prontidão na entrega às coisas de Deus) e a oração (elevação da mente a Deus; V.). São actos externos: a adoração (manifestação da honra e louvor que merece a excelência divina); o sacrifício (oblação ritual a Deus de um dom como preito de justiça e amor, de que a expressão mais sublime foi o sacrifício de J. C. (Jesus Cristo) na cruz, hoje renovado para nosso bem no sacrifício da Eucaristia, V.); oferendas ou oblações (donativos para o culto, na missa ou fora dela); o voto ou promessa (acto de prometer a Deus, ou aos Santos para obter de Deus uma graça, obrigando-se ao cumprimento uma vez obtida a graça pedida); a esconjuração ou o esconjuro (invocação do nome de Deus ou de coisa sagrada para obrigar alguém ao que for bom, o que se faz especialmente nos exorcismos maiores para que o diabo saia dum possesso); invocação do nome de Deus (como expressão de fervor interior ou de louvor externo).

3. O dom da piedade

A virtude da religião é aperfeiçoada pelo dom do Espírito Santo da piedade, que também se alarga à prática da fraternidade universal.

4. Pecados contra a religião

São: o falso culto a Deus; a idolatria; a adivinhação; a superstição; o tentar a Deus; o perjúrio (falso juramento); o sacrilégio (que pode ser pessoal, local ou real); e a simonia (compra e venda de coisas espirituais, como os sacramentos e as indulgências).


História da Igreja Católica e o Cristianismo

Em Israel

Com Abraão (c. 1800 a.C.) surge uma novidade religiosa, a de um Deus pessoal que se revela e promete aliança com um seu povo ainda em embrião.

Religião cristã

Preparou-se assim o caminho para a plenitude da revelação de Deus em Jesus Cristo, que nos veio trazer a religião perfeita, a que oferece e assegura uma vida nova, sobrenatural, já iniciada na terra, e plenamente vivida depois da morte, na visão de Deus face a face. Condição para isso é a adesão de fé a J. C., Filho de Deus feito Homem, vindo à terra para salvar a humanidade pecadora pelo seu sacrifício na cruz, e que, antes de regressar ao Pai, nos deixou a Igreja e o Espírito Santo para a aplicação da salvação a cada pessoa.

Igreja Católica

Desde o Concílio de Trento, realizado entre 1545 e 1563, a igreja cristã subordinada à autoridade papal passou a denominar-se Católica Apostólica Romana, em oposição às igrejas protestantes constituídas a partir da Reforma. Define-se como una, santa, católica e apostólica e considera seu chefe como legítimo herdeiro da cátedra do apóstolo Pedro, sagrado papa, segundo o Evangelho, pelo próprio Cristo.

O termo catolicismo foi usado por alguns autores (Aristóteles, Zenão, Políbio), antes da era cristã, com o sentido de universalidade. Aplicado à igreja, aparece pela primeira vez por volta do ano 105 da era cristã na carta de Inácio, bispo de Antioquia. Nos textos mais antigos, aplica-se à igreja geral considerada em relação às igrejas locais. Nos autores do século II da era cristã (Justino, Ireneu, Tertuliano, Cipriano), o termo assume duplo significado: o de universalidade geográfica, pois na opinião desses autores a igreja já havia atingido os confins do mundo; e o de igreja verdadeira, ortodoxa, autêntica, em contraposição às seitas que começavam a surgir.

Cristianismo na Palestina

Na época de Jesus Cristo, quando a Palestina era dominada pelos romanos, a religião oficial do povo judeu pautava-se pela parte da Bíblia conhecida como Antigo Testamento. Embora não pretendendo romper com a tradição religiosa judaica, a mensagem de Cristo dava realce principalmente aos princípios éticos do amor e da fraternidade, contrapondo-se ao formalismo religioso apregoado pelos fariseus e doutores da lei mosaica.

Essa mensagem de cunho mais espiritual e menos legalista passou a ser divulgada sobretudo entre as camadas pobres da população, na língua popular, o aramaico, mediante parábolas.

Após a morte de Cristo, seus discípulos passaram a ser chamados cristãos e, reunidos em pequenas comunidades, procuraram manter viva a lembrança de seus ensinamentos, embora participando ainda da tradição religiosa judaica. O evento mais importante desse período foi a primeira assembléia cristã, conhecida como Concílio de Jerusalém, da qual emergiram duas perspectivas pastorais bem definidas. De um lado, sob a liderança do apóstolo Tiago, estavam os que pretendiam dar destaque à raiz judaica da nova fé; do outro, os seguidores de Paulo, que desejavam uma abertura imediata da mensagem cristã para o mundo cultural greco-romano. A decisão conciliar optou por uma abertura prudente, proposta por Pedro, já escolhido por Cristo como chefe de seu primeiro grupo de discípulos. Esse cristianismo judaico teve, porém, vida relativamente breve, em vista da destruição de Jerusalém, ordenada pelo imperador Tito no ano 70. A partir de então, a fé cristã expandiu-se nas províncias da Anatólia e na própria capital do Império Romano.

Cristianismo no mundo helênico

Foi sobretudo graças à atuação de são Paulo, divulgador da mensagem cristã na Anatólia, que o movimento religioso iniciado por Cristo na Palestina estendeu-se para o mundo helênico. A crença de pobres camponeses e pescadores passou a conquistar adeptos entre as famílias pertencentes às classes médias urbanas. O culto cristão foi progressivamente adaptado às formas de expressão mística do Oriente e sua liturgia passou a empregar a língua grega. Fez-se também a tradução da Bíblia para o grego, conhecida como versão dos Setenta, e a atitude ética proposta pelo cristianismo complementou-se com um enfoque conceitual e doutrinário.

Dois centros de cultura cristã assumiram uma importância excepcional nessa época: Alexandria, no Egito, e Antioquia, na Síria. O período que abrange os séculos IV e V caracterizou-se pela atuação de intelectuais católicos como Atanásio, Basílio, Gregório de Nissa, Gregório Nazianzeno, João Crisóstomo e Cirilo de Alexandria, todos pertencentes ao clero católico. A consolidação dos dogmas cristãos nessa época gerou divergências doutrinais conhecidas como heresias.

O primeiro concílio ecumênico realizou-se em Nicéia em 325, convocado pelo imperador Constantino. Coube a Teodósio I reunir o segundo concílio ecumênico em 381, na cidade de Constantinopla, com a participação apenas dos bispos orientais. O terceiro concílio realizou-se em Éfeso, no ano 431, e proclamou a origem divina da maternidade de Maria. A maior assembléia cristã da antiguidade foi o Concílio de Calcedônia, realizado em 451.

Roma

No século IX, com Fócio, patriarca de Constantinopla, as relações entre as duas igrejas se estremeceram, mas a separação definitiva só se deu em 1054. Desde então a igreja romana se refere à igreja grega como cismática.

Cristianismo no Império Romano

Ao iniciar-se a expansão da fé católica pela Anatólia, toda a região estava sob o domínio do Império Romano. Com a destruição de Jerusalém, inúmeros cristãos, entre os quais o apóstolo Pedro, passaram a viver na periferia de Roma, juntamente com outros judeus. A partir de então, Roma foi a sede de religião cristã; daí as expressões cristianismo romano e igreja romana. As celebrações do culto passaram a realizar-se na língua latina. Também a Bíblia foi, mais tarde, traduzida para o latim, por são Jerônimo, tradução conhecida como Vulgata. Ao contrário dos gregos, marcadamente especulativos, os romanos eram um povo jurídico por excelência. Pouco a pouco, o espírito legalista afirmou-se na formação cristã, com ênfase cada vez maior na organização das estruturas eclesiásticas.

De acordo com a nomenclatura romana, os territórios onde desabrochava a fé cristã dividiram-se em dioceses e paróquias, à frente dos quais foram postos bispos e párocos, sob a chefia do papa, sucessor de Pedro e bispo de Roma.

A presença cristã no Império Romano foi marcada por duas etapas bem diversas.

Na primeira, que se estendeu até o final do século III, a religião cristã viu-se desprezada e perseguida. O imperador Nero foi o primeiro perseguidor dos cristãos, acusados de terem provocado o incêndio de Roma no ano 64. Entre os mártires dessa fase, que durou quatro anos, incluem-se são Pedro e são Paulo. Com Domiciano houve nova perseguição, iniciada por volta do ano 92. Os imperadores antoninos do século III não hostilizaram abertamente os cristãos, mas a legislação permitia que fossem denunciados e levados aos tribunais. Houve perseguições sob Décio, Valeriano e Diocleciano, mas a situação começou a modificar-se com a vitória de Constantino sobre Maxêncio. A partir de Constantino, os imperadores passaram a proteger e estimular cada vez mais a fé cristã, até que, na época de Teodósio I, em fins do século IV, o Império Romano tornou-se oficialmente um estado cristão.

Cristianismo medieval

A partir do século V, o Império Romano entrou em decadência até sucumbir às invasões dos povos bárbaros. Quando as populações germânicas ultrapassaram as fronteiras do Império e se estabeleceram no Ocidente, foram os francos os primeiros a abraçar a fé cristã, razão pela qual a França foi chamada, mais tarde, "filha primogênita da igreja". Por força da atividade missionária, outros povos foram, em seguida, aderindo à fé cristã. A partir do século VI, o reino franco foi perdendo o antigo vigor, devido à debilidade dos reis merovíngios, enquanto ocorria a ascensão da casa dos carolíngios. Carlos Magno foi coroado imperador pelo papa Leão II em 800; consolidava-se assim um novo estado cristão, ou seja, a cristandade medieval, fortemente apoiado no sistema feudal. A partir do século XI, essa cristandade foi representada pelo Sacro Império Romano-Germânico e, no século XVI, pelos reinos da Espanha e Portugal.

Enquanto o cristianismo judaico, de caráter rural, assumira características urbanas com a transposição para a cultura greco-romana, a divulgação da fé católica na sociedade medieval provocou o processo inverso, pois os povos anglo-germânicos tinham uma forma de vida marcadamente rural. Não obstante, a hierarquia católica procurou manter valores próprios da civilização romana. Dessa maneira, a língua oficial da igreja continuou sendo o latim, pois os chamados povos bárbaros não tinham ainda expressão literária estruturada. O clero continuou a usar a antiga túnica romana, chamada agora hábito talar dos eclesiásticos.

Desde o início da Idade Média, sob influência de santo Agostinho, um dos maiores pensadores católicos, houve uma valorização da doutrina da graça divina, mas simultaneamente tomou incremento uma concepção negativa a respeito do corpo e da sexualidade humana. Dentro dessa perspectiva, o Concílio de Elvira, celebrado na Espanha em 305, prescreveu o celibato para os clérigos, medida oficializada posteriormente para toda a igreja. Houve ainda uma grande promoção do monaquismo: a ordem de São Bento, estabelecida em abadias rurais, teve ampla difusão nos primeiros séculos da formação da Europa. A partir do século XIII, as ordens mendicantes, como a fundada por Francisco de Assis, difundiram-se rapidamente.

No século IX, os monges de Cluny, de inspiração beneditina, passaram a dedicar-se à preservação do patrimônio cultural clássico, copiando documentos antigos. No século XIII, a grande contribuição cultural da igreja foi a fundação das primeiras universidades, nas quais se destacaram Tomás de Aquino e Alberto Magno, da ordem dominicana. Não obstante, a visão religiosa de mundo começou a ser questionada a partir do século XV, com as novas descobertas, produto do desenvolvimento científico, cuja origem estava vinculada ao movimento das cruzadas, expedições religiosas que levaram os príncipes cristãos ao estabelecimento de comércio com o Oriente.

A Igreja Católica reagiu de forma conservadora não só às novas perspectivas culturais, como também às reformas propostas por Lutero. A expressão mais forte dessa reação antiburguesa e antiprotestante foi o Concílio de Trento, realizado em meados do século XVI. Em oposição ao movimento protestante que defendia a adoção da língua vernácula no culto, os padres conciliares decidiram-se pela manutenção do latim. Acentuou-se o poder clerical na estrutura da igreja e o celibato sacerdotal foi reafirmado.

O Concílio de Trento trouxe uma significativa revitalização da instituição católica, com o surgimento de novas congregações religiosas, muitas das quais dedicadas a atividades missionárias, educativas e assistenciais. A Companhia de Jesus, fundada por Inácio de Loyola, tornou-se o modelo da nova forma de vida religiosa. A arte barroca, por sua vez, tornou-se um instrumento importante de expressão da reforma eclesiástica.

A mentalidade conservadora da Igreja Católica perdurou nos séculos seguintes, o que provocou a hostilidade da nova burguesia liberal contra a Companhia de Jesus, expulsa de vários países na segunda metade do século XVIII. A revolução francesa de 1789 assumiu também um caráter nitidamente anticlerical, tendo em vista a aliança da igreja com o poder monárquico do Antigo Regime. Ao longo do século XX, a igreja continuou combatendo as concepções liberais e encontrando dificuldade para assimilar os progressos da ciência. O Concílio Vaticano I, interrompido com a tomada de Roma em 1870, reforçou as posições autoritárias da igreja ao proclamar o dogma da infalibilidade papal. Desde princípios do século XX, o papa Pio X prescreveu a todos os professores de seminários o juramento antimodernista, exigindo fidelidade às concepções teológico-filosóficas elaboradas no século XIII por Tomás de Aquino.


O que são falsas religiões?

Lemos em I Jo 4: “Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus. Porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo. Nisto se reconhece o Espírito de Deus:” todo espirito que não proclama Jesus, não é de Deus, mas é o espírito do Anticristo de cuja vinda tendes ouvido e já está no mundo. Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus permanece n’Ele e Ele em Deus. Portanto, toda religião que não aceita JESUS, como FILHO DE DEUS, como único SALVADOR E SENHOR, que ressuscitou e está sentado à direita de Deus Pai é uma falsa religião.

O único que pagou o resgate de nossos pecados, alcancando-nos a salvação é JESUS: Rm.3. 21-26. A grande sanha, o grande desejo do inimigo, o demônio, é tirar o lugar de Deus. Não podendo derrubar a Deus, ataca os seus filhos: os homens. Os que pregam as falsas religiões Professam uma DOUTRINA contrária à DOUTRINA CATÓLICA. Negam a Redenção de nossos pecados obtida por JESUS, FILHO DE DEUS RESSUCITADO. Cada pessoa se autopurifica, através de reencarnações sucessivas. Geralmente vem das religiões primitivas: caldeus, assírios, babilônios, que faziam uso da magia: “poderes sobrenaturais fora de DeusII Tm 4, 1-5 ss; I Jo 4, 1-6; II Cor l l, l4. Para estas religiões JESUS não é DEUS. São como lobos com pelo de ovelhas: Mt 7 1,4- 20. Pregam outro Evangelho. Mas, a Bíblia diz que há um só Evangelho. Muitas delas imitam os Dons do Espirito Santo. As aparentes curas pagam um alto preço: escravidão, angústia, confusão. São proibidas pela Bíblia, desde o Antigo Testamento: Deut 18,09-14 O Senhor ordena: “Se inteiramente do Senhor teu Deus” não podemos andar com os pés em duas canoas. O pecado original tirou a visão do procedimento reto.

Por isso nos enganamos muitas vezes, na busca da verdade. Os antigos acreditavam que as divindades moravam nos astros daí a astrologia. Os médiuns se treinam para receber o demônio. Estamos cercados de ocultismo. Um pontinho amarelo pode ser o começo de um grande abcesso. Cuidado com as contaminações: objetos, livros, etc. Denunciando as falsas religiões nós estamos condenando os participantes destas religiões, mas apresentando os pontos de doutrina que entram em contradição com a nossa Doutrina Cristã. Um católico convicto que deu sua adesão integral a Jesus Cristo, não pode aderir a nenhuma falsidade, uma vez que se consagrou totalmente ao Verdadeiro Deus.

Falsas religiões mais espalhadas no Brasil...

São espiritismo, umbanda, macumba, candomblé, moonismo, igreja messiânica mundial, secho-no-ie, hinduísmo, legião da boa vontade, testemunhas de Jeová, mórmons, adventistas, religião muçulmana, família de amor (ex: meninos de Deus), budismo, hare krisma, ciência cristã, Perfect Liberty, etc… Devemos também nos precaver quanto às técnicas de relaxamento: controle mental, Yoga, Meditação Transcendental, Pirâmides. Cuidado também com as sociedades secretas: Maçonaria e Rosa Cruz, bem como teosofia e astrologia.

Religióes Orientais

Seicho-ie: diz que não existe pecado I Jo 1,8-10. Prega o panteísmo: tudo é Deus. Como estas religiões, todas as vindas do Oriente, pregam a reencarnação: budismo, hinduísmo, cabala etc…

Filosofias Orientais Gerando Técnicas

Controle Mental

Exalta o poder da mente: o homem se considera um deus, o verdadeiro. DEUS é usado como acessório. Fecha a pessoa no seu “eu”. Dá um alívio ilusório. Há o condicionamento pela hipnose. Produz um esvaziamento espiritual. Imaginam entidades, que são consultadas para se entrar no laboratório interior e aí resolverem os seus problemas. É um passo para o espiritismo. Os que vivem segundo a natureza humana têm suas mentes controladas pela natureza humana. Isto produz a morte Rm 8,5 ss.

Meditação Transcendental

Também de origem oriental. Usam, para o relaxamento, uma palavra secreta “mantra” que liga a pessoa a uma divindade pagã, sob cuja ascendência a pessoa se coloca. Campo aberto para atuação demoníaca, conforme testemunhou um engenheiro que fez e deixou este tipo de relaxamento.

Sociedades Secretas

Rosa cruz

Desenvolvimento do poder da mente. Fazem transportes para anular pessoas. Tem planos de destruição. Prestam culto à satanás.

Maçonaria

Lançam mão de qualquer meio para atingir os seus fins. As obras filantrópicas escondem seus verdadeiros objetivos. Fazem uso da missa negra. O que deve fazer quem participou de uma falsa religião? Deve procurar reconciliar-se com Deus através do Sacramento da Confissão e passar a ser um católico convicto e praticante. É bom renovar as “promessas do Batismo” que os padrinhos fizeram em nosso nome: renunciar a satanás, a todo pacto feito com o demônio. Renunciar às falsas religiões, de todo o coração. Fazer um ato de fé em Deus Pai, em Jesus Salvador e Senhor, em Maria, na Santa Igreja. Deve se desfazer e queimar: livros, objetos, roupas próprias daquele culto, estatuetas representativas de deuses pagãos. O que mais não está de acordo com a doutrina cristã? O uso de certos objetos como: ferraduras, etc. ou determinadas plantas usadas para atrair a sorte, constituindo, isto, uma superstição, até mesmo idolatria, abribuindo-les poderes que não tem. Incluímos o uso da “pirâmide” tão em moda, mas que nada tem de comprovadamente científico. Não é exato, como nos disse um cientista, que o vértice da pirâmide atraia energias cósmicas. A pirâmide passou a ser algo idolátrico.

Legião da Boa Vontade

Fundada por Alziro Zarur, já falecido. Prega a reencarnação. Instituição rica, embora peçam recursos.

O que falar da astrologia?

A Bíblia condena a astrologia em Dt 18, 10-12. Tem origem em épocas remotas, entre os caldeus e os babilônios que adoravam astros.

Então, nem todas as religiões são...?

Devemos nos ater a Doutrina de Cristo, integralmente, e não nos filiar às religiões fundadas por homens. Cristo fundou uma Igreja só e a esta devemos aderir e a nenhuma outra. Como podem ser boas, se uma ensina coisas contraditórias à outra? A verdade é uma só “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” disse Jesus. A Igreja Católica não pode fazer ecumenismo com as falsas religiões? Não é possível. São religiões pagãs. Falta a base principal: a fé em Jesus Cristo, Filho de Deus Vivo.

Oração de Libertação

Deus Pai, Filho e Espírito Santo, eu quero renovar, neste momento, meu compromisso batismal. Renuncio a satanás, as suas obras, a todo pecado e a toda religião falsa. Renuncio a toda religião que não proclama Jesus como Único Salvador e Senhor, Filho do Deus verdadeiro, Vivo e Ressuscitado. Renuncio ao espiritismo e a toda religião falsa (nomeie as religiões falsas que já frequentou). Renuncio a todo pacto que eu tenha feito com o demônio ou que tenham feito em meu nome.

Corto e desligo de mim, de minha família, todo trabalho, praga, maldição, contaminação que tenham feito contra mim. Renuncio a cartomantes e benzedeiras. Renuncio a passes e remédios, enfim, a todo poder que busquei fora de minha Religião verdadeira. Comprometo-me a queimar e me desfazer de todos os objetos pertencentes a estas religiões. E renovo meus votos de Batismo. Perdôo, em Nome de Jesus, a todas as pessoas que me ofenderam. Peço perdão às pessoas que ofendi. Perdôo a mim mesmo e me aceito como sou, porque sei que Jesus me ama muito. Creio que Deus é meu Pai. Creio e aceito, hoje, novamente, Jesus, como meu único Salvador e Senhor. Creio no Espírito Santo. Creio na intercessão de Maria e na Santa Igreja.

Ó Jesus, batiza-me com teu Espírito. Dá-me uma vida nova, um coração novo. Infunda, em mim, Teu Santo Espírito. Plenifica-me com seus Dons. Queima, no amor do Espírito Santo, as raízes do mal que há em mim. Preenche o meu corpo e todos os espaços vazios de minha vida e do meu ser com o Amor do Espírito Santo. Jesus faze de mim, um cristão fiel, uma testemunha do Teu Amor. Maria, minha boa Mãe, protegei-me. São Miguel Arcanjo, defendei-me de todo o mal. Amém”.


Informação
www.Igreja-Catolica.com
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